
sexta-feira, maio 26, 2006
quinta-feira, maio 25, 2006
quarta-feira, maio 24, 2006
segunda-feira, maio 22, 2006
Michel Tournier

Gaspard,Melchior et Balthazar
Estudo comparativo de
e
Vendredi ou la vie sauvage
sábado, maio 20, 2006
Grichka
1959sexta-feira, maio 19, 2006
Tristes trópicos
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O conjunto dos costumes de um povo é sempre marcado por um estilo; formam sistemas. Estou persuadido que estes sistemas não existem em número ilimitado e que as sociedades humanas, tal como os individuos - nos seus jogos, nos seus sonhos ou nos seus delirios - limitam-se a escolher certas combinações, num repertório ideal que seria possível reconstituir.
Um espírito malicioso já definiu a América como sendo uma terra que passou da barbárie à decadência sem conhecer a civilização. Poderíamos com mais razão aplicar a fórmula às cidades do Novo Mundo: vão da frescura à decrepitude sem se deterem na antiguidade.
Nas cidades do Novo Mundo não é propriamente a falta de reminiscências que me choca. Essa ausência é um elemento da sua significação. Estas cidades são jovens e extraem dessa juventude sua essência e justificação. A passagem dos séculos representa uma promoção para as cidades européias; para as americanas, a simples passagem dos anos é uma degradação. Não foram apenas construídas recentemente, mas de forma tal que podem renovar-se com a mesma velocidade com que foram erguidas, isto é, mal. No instante em que se erguem novos bairros, quase não chegam a ser elementos urbanos: são demasiadamente novos para o serem. O estilo passa de moda, a ordenação arquitetônica primitiva desaparece com as demolições que são exigidas por uma nova impaciência.
Não são cidades novas contrastando com cidades antigas, mas são cidades com um ciclo evolutivo demasiadamente rápido. Certas cidades da Europa adormecem suavemente na morte; as do Novo Mundo vivem febrilmente numa doença crônica: eternamente jovens, nunca são todavia saudáveis.
Botânicos nos ensinam que as espécies tropicais compreendem variedades mais numerosas do que as das zonas temperadas, mesmo que cada uma delas seja constituída por um número muito restrito de indivíduos. Esta especialização, no Brasil, foi levada até os limites máximos.
Assim é que uma sociedade limitada distribuiu os papéis entre os seus membros. Nela podiam encontrar-se todas as ocupações, todos os gostos, todas as curiosidades justificáveis da civilização contemporânea, embora cada setor fosse encarnado por representante único. Nossos amigos não eram exatamente pessoas, mas sim funções cuja lista havia sido estabelecida mais em virtude da sua importância intrínseca do que das suas disponibilidades. Havia assim o católico, o liberal, o legitimista, o comunista ou, noutro plano, o gastrônomo, o bibliófilo, o apreciador de cães ou cavalos de raça, da pintura antiga, moderna. Havia o erudito local, o poeta surrealista local, o musicólogo local, o pintor local.
Nenhuma preocupação real em aprofundar os conhecimentos encontrava-se na base destas vocações. Se por acaso dois indivíduos, em resultado de erro de manobra ou por pura inveja, ocupavam o mesmo domínio ou domínios próximos, passavam a ter a preocupação exclusiva de se destruírem mutuamente, o que faziam com persistência e ferocidade notáveis. Havia troca de visitas entre feudos vizinhos, com muitas mesuras uma vez que todos estavam interessados em se manter nas posições. Somos forçados a reconhecer que alguns dos papéis eram desempenhados com brilho extraordinário devido à conjugação de fortunas herdadas, encanto nato e muita manha adquirida.
Os estudantes queriam saber muito, porém apenas das teorias mais recentes. Nunca liam as obras originais, preferiam as publicações abreviadas e mostravam enorme entusiasmo pelos novos pratos. É uma questão de moda e não de cultura. Idéias e doutrinas não apresentavam aos seus olhos um valor intrínseco, eram apenas instrumentos de prestígio, cuja primazia deveriam obter. Partilhar uma teoria conhecida por outros era o mesmo do que usar roupa pela segunda vez. Uma concorrência encarniçada estabelecia-se com o fito da obtenção do modelo mais recente e mais exclusivo no campo das idéias.
Na América tropical o homem encontra-se dissimulado. Em primeiro lugar pela sua própria escassez. Mas mesmo nos locais em que se agrupou em formações mais densas, os indivíduos permanecem enleados pela agregação muito recente. Ainda não aprenderam a conviver. Qualquer que seja o grau de pobreza, no interior ou mesmo nas grandes cidades, só excepcionalmente chegamos ao ponto de ouvir os seres gritarem - sempre é possível subsistir com pouca coisa num solo que começou a ser saqueado pelo homem - e só em alguns pontos - há apenas 450 anos
il sorpasso - a ultrapassagem

A Ultrapassagem
de Dino Risi
com Vittorio Gassman, Jean-Louis Trintignant, Catherine Spaak
Itália, 1962
O filme que impôs definitivamente Dino Risi, com uma magnífica interpretação de Gassman, pontuado por canções de Domenico Modugno e Peppino di Capri. O percurso de dois homens de temperamento muito diferente, durante um passeio de automóvel, entremeado com episódios cómicos, termina de modo trágico e imprevisto. Um filme que veio renovar a própria noção de "comédia à italiana".
Il giorno di Ferragosto due occasionali amici, uno studente universitario un po' timido e un quarantenne immaturo, passano assieme la giornata spostandosi con l'auto. Le ore passano veloci in un susseguirsi di episodi tragicomici, fino all'epilogo inatteso e drammatico: la morte dello studente causata dall'incoscienza dell'altro. Si tratta di un autentico cult movie, tra i pochi che può vantare il cinema italiano del dopoguerra. Un'intuizione geniale è all'origine del film, che può essere definito un road movie; il confronto di due generazioni nel territorio neutro di una giornata di vacanza. La complementarietà dei caratteri dei due protagonisti è un supporto dalle solide basi. La sceneggiatura di Scola, Risi e Maccari è in perfetto equilibrio tra la commedia all'italiana e il dramma sociale, questo appena accennato con alcune allarmanti sequenze disseminate nel film e concluso nell'impietoso finale. Il cialtronesco Gassman, finalmente libero, come lui stesso ammette, dai vincoli delle caratterizzazioni, dai ghigni classicheggianti, esprime in alcune sequenze la sua dirompente fisicità. Distrugge con l'intuizione del superficiale i luoghi comuni che lo studente Trintignant si era costruito in un'intera vita, sui suoi parenti. Libera lo charme opaco di una zia del suo amico. In ogni spostamento, dalla Roma deserta del mattino di Ferragosto e lungo le strade della Versilia fino alla Costa Azzurra, si gioca la sua dignità e persino la figura di padre. La partita a ping-pong con Gora è al riguardo esemplare. L'attonito Trintignant in quesa scuola dei dritti è infatti l'unico a soccombere, emblematicamente. Non pochi hanno lamentato il cambio di rotta mostrato all'epilogo. Un risveglio dalla partitura scoppiettante di una pellicola che sembrava dover dispensare un eclettico piacere a fior di pelle. Come ne La grande guerra e Una vita difficile il cinema italiano aveva trovato, se non un vero e proprio stile, un equilibrio che poggiava su una precisa rappresentazione della società italiana, senza dover ricorrere ai macchiettoni che il depravato cinema d'oggi mostra con lugubre allegria. Il rimpianto di quel cinema è presente in ogni spettatore che abbia solo visto quei film pur non facendo parte di quella generazione. Ed ecco allora la Lancia Aurelia Sport diventare un oggetto mitico. Così come alcune battute di questi film vengono tramandate con puntuale approssimazione, ma con sincera partecipazione. Il sorpasso, al suo apparire quasi snobbato dalla critica, si è ritagliato col tempo uno spazio che appartiene di diritto alle grandi memorie del cinema centenario.
La bonne année - Claude Lelouch

Aprés six ans de prison, un cambrioleur cherche la femme dont il était tombe amoureux a l'époque du hold-up, qui avait mal tourné. Il retrouve une femme emancipée qui ne l'a pas attendu. Il reussit pourtant a la reconquerir.
| Lino Ventura, Françoise Fabian, Charles Gérard, André Falcon, Mireille Mathieu, Lilo, Claude Mann, Frédéric de Pasquale, Gérard Sire, Silvano Tranquilli, ... |
quinta-feira, maio 18, 2006
Frida Khalo

Frida Kahlo is a Mexican painter, born on July 6, 1907 and dead on July 13, 1954.
Frida claimed to be born on 1910, the year of the outbreak of the Mexican revolution, because she wanted her life began together with the modern Mexico.
This detail well introduces us to a singular personality, characterized since her childhood by a deep sense of independence and rebellion against social and moral ordinary habits, moved by passion and sensuality, proud of her "Mexicanidad" and cultural tradition set against the reigning Americanization: everything mixed with a peculiar sense of humour.
Her life was marked by physical suffering, started with the polio contracted at the age of five and worsen by her life-dominating event occurred in 1925. A bus accident caused severe injuries to her body owing to a pole that pierced her from the stomach to the pelvis. The medicine of her time tortured her body with surgical operations (32 throughout her life), corsets of different kinds and mechanical "stretching" systems.
Lots of her works were painted laying in the bed. Because of these physical conditions Frida was never able to have any children and this was a great sorrow for her.
She had a great love, Diego Rivera (she married twice with this man and dedicated to him a passionate diary) but also a lot of lovers, men and women, such as Leon Trotsky and André Breton's wife....
quarta-feira, maio 17, 2006
Jazz Online
Se quiserem fazer o favor madem-me outros endereços
http://www.swissradio.ch/
http://www.smoothjazz.com/














